Frio intenso - Sugestão de ações

Com o frio intenso chegando, é preciso adotar medidas de proteção da população. Veja abaixo as ações que podem ser adotadas e como você, coordenador municipal, pode auxiliar:

 

  • Fomentar o cadastro da população para recebimento de alertas por meio de SMS ;
  • Alertar as populações mais suscetíveis para que tomem ações protetivas;
  • Buscar atualizações constantes junto ao SIMEPAR e demais órgãos de meteorologia no sentido de monitorar os extremos de temperatura.
  • Atuação com as Secretarias de Assistência Social para atendimento a esta população;
  • Apoio à assistência social no abrigamento de pessoas em situação de rua, com possível acionamento de estruturas de abrigo previstas nos Planos de Contingência Municipais;
  • Distribuição de alimentação quente para a população abrigada;
  • Distribuição de bens para as populações mais vulneráveis (alimentação, cobertores, e/ou outros itens disponíveis), pela assistência social, conforme disponibilidade;
  • Mobilização de igrejas e de grupos voluntários para atendimento (acolhimento, fornecimento de cobertores, agasalhos, etc.) para moradores de rua.
  • Mobilizar as Secretarias Municipais de Assistência Social para que desenvolvam ações locais para reforço da capacidade de abrigos para moradores de rua e, em sendo necessário, a abertura de abrigos públicos provisórios devidamente equipados (Cadastrados nos Planos de Contingência Municipais, salões paroquiais, etc.) para acolhimento de moradores de rua;
  • Intensificar a busca por moradores de rua para levá-los aos abrigos;
  • Fomentar campanhas de arrecadação e auxiliar na divulgação, visando o atendimento às populações vulneráveis.
  • Alertar as Secretarias Municipais de Saúde para atendimento a possíveis casos de hipotermia.
  • Tomar medidas de proteção contra a geada;
  • Procurar apoio de instituições como o IDR (principalmente pequenos produtores), para disponibilização de informações adequadas para a proteção das lavouras, especialmente as mais suscetíveis às baixas temperaturas.
  • Acesse aqui a página do alerta geada.
     
  • Proteção aos animais, de forma a evitar condições adversas que possam provocar doenças, infecções ou condições de estresse por hipotermia.
  • Animais de companhia: providenciar abrigo e meios de se aquecer, especialmente para os que ficam em ambiente externo. Não manter animais presos sem permitir que possam buscar abrigo para se aquecerem;
  • Animais de produção: Oportunizar o acesso a abrigos onde possam se proteger. Deve-se identificar animais doentes, em gestação e filhotes para mantê-los em recintos fechados. No caso de aves e suínos criados em sistema intensivo, verificar os equipamentos para a manutenção das temperaturas adequadas.
  • Aves em viveiros e gaiolas: preferencialmente que sejam mantidas em recinto fechado. As que ficam em áreas externas devem ter disponíveis abrigo interno (casa), devendo as gaiolas e os viveiros permanecerem cobertos por lonas ou outros materiais.
  • Pisciculturas: Aproveitar a temperatura mais quente para incrementar a alimentação dos peixes, pois com as baixas temperaturas esses animais diminuem ou suspendem sua alimentação. Os produtores que têm tanques e/ou viveiros devem evitar o fenômeno da inversão térmica, e a consequente intoxicação dos animais. Recomenda-se que os aeradores sejam acionados anteriormente as baixas temperaturas para minimizar essa situação.
  • Informações de: SEDEST/CRMV-PR/UEM.
  • Em conjunto com o Corpo de Bombeiros informar medidas contra incêndios urbanos e florestais;
  • População deve tomar cuidado com o uso de aquecedores, evitando deixá-los próximo a locais que podem se incendiar, assim como não utilizar queimadores sem a adequada ventilação, evitando intoxicações e mortes por monóxido de carbono;
  • Para áreas externas, evitar queimada de materiais próximos à vegetação seca ou afetada pela geada, evitar queimadas e outras fontes de ignição próximas às florestas e unidades de conservação, com vistas a evitar incêndios florestais;
  • Não devem ser soltos balões, além de crime, nesse momento podem causar grande problema relacionado a incêndios.
  • Atendimento à imprensa, com repasse de informações relevantes das ações que estão sendo tomadas, campanhas em andamento e outras informações importantes para potencializar o atendimento às populações necessitadas;
  • Divulgação de materiais em mídias sociais e oficiais com informações de procedimentos à população.
  • Verificação de necessidades específicas de combate ao frio relacionadas às comunidades tradicionais, como índios (FUNAI) e quilombolas (Fundação Palmares), e refugiados;
  • Informação e atendimento a pessoas que chegam nas rodoviárias, especialmente as provenientes de regiões mais quentes, de forma a evitar situações extremas decorrentes do frio.