Coordenação Estadual

30/05/2018

Caminhões voltam a descarregar no Porto de Paranaguá

Após nove dias sem registrar a entrada de caminhões carregados de produtos, o Porto de Paranaguá voltou a receber suas primeiras cargas na tarde desta quarta-feira (30). Às 14 horas, os primeiros veículos deram entrada no Pátio de Triagem para aguardar o chamamento e descarregar nos terminais. Em duas horas de operação, 52 caminhões chegaram ao porto.

De acordo com o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), Lourenço Fregonese, com a liberação da estrada, são aguardados 1.168 caminhões nas próximas 24 horas, o que representa cerca de 42 mil toneladas de soja.

“No período de greve deixaram de ser movimentadas no Porto de Paranaguá 648 mil toneladas de produtos, incluindo líquidos, cargas gerais, grãos, fertilizantes e outros”, informa Fregonese.

NAVIOS - Atualmente 37 navios aguardam na baía de Paranaguá para descarregar ou carregar cargas no Porto. Outros 10 navios estão atracados, sendo que cinco deles estão operando normalmente com granéis líquidos, açúcar e cargas gerais.

CAMINHÕES - Desde o início da paralisação, 18 mil caminhões deixaram de descarregar no Porto de Paranaguá.

FERROVIAS – O abastecimento do Porto via ferrovias se manteve igual no período. Ao todo 30% dos produtos chegam pelas ferrovias e já desembarcaram 248 mil toneladas desde o dia 21 de maio. A média de vagões que chega a Paranaguá é de 500 por dia.

EXPORTAÇÃO – O Corredor de Exportação dos Portos do Paraná deixou de embarcar cinco navios de farelo de soja e um de soja, totalizando 300 mil toneladas, aproximadamente.
CARGA GERAL - No segmento de carga geral (açúcar ensacado, celulose e cargas rodantes, por exemplo), três navios tiveram impactos nos seus embarques, totalizando 71 mil toneladas de mercadorias, aproximadamente.

IMPORTAÇÃO - Na movimentação de fertilizante e cereais, deixaram de ser descarregadas 20 mil tons/dia, ou seja, 185 mil toneladas até o momento.

GRANÉIS LÍQUIDOS – Este segmento, que no início da paralisação não sofreu impactos significativos, agora já contabiliza 300 mil toneladas de líquidos, aproximadamente, que deixaram de ser operados pelos navios.

CONTÊINERES - No Terminal de Contêineres de Paranaguá – TCP, houve uma redução na logística de operação de 19,8% e existem contêineres chegando via ferrovia.

Fonte: Agência Estadual de Notícias

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